Para donos de provedor
No mês fraco, a folha é a mesma.
A quantidade de OS muda todo mês. O custo da sua equipe de campo, não. Você monta o time para dar conta do dia mais cheio e paga esse time nos 365 dias.
Você paga capacidade, não trabalho
Um técnico CLT custa entre 1,65 e 1,85 vez o salário quando entram encargos, provisões de férias, 13º e rescisão. Some frota, combustível, ferramenta e celular. Divida pelo número de OS que a equipe de fato encerrou no mês — e você tem o seu custo real por OS.
Esse número não é estável. Ele sobe justamente nos meses fracos, quando a equipe é a mesma e as OS são menos. Você paga mais caro por instalação exatamente quando entra menos dinheiro.
Por que isso pesa mais no provedor pequeno
Nove em cada dez provedores brasileiros têm menos de 5 mil clientes. Nessa escala, um técnico dedicado quase nunca fecha a conta: ou fica ocioso, ou a operação atrasa nos picos. É uma escolha entre pagar demais e atender mal.
Esse é o ponto que muda o jogo para quem é pequeno. Três provedores da mesma região, com 12, 31 e 7 OS no mês, não sustentam um salário separadamente — mas juntos sustentam um profissional com agenda cheia. E cada um paga apenas as próprias ordens.
Cinco perdas que não aparecem no balanço
O dia de três OS
Chove, o cliente não está, a rota deu errado. A equipe cumpre o expediente.
Ninguém errou. É a natureza da demanda — e hoje a conta é toda sua.
O dia de quarenta
Um temporal derruba a rede num bairro. A equipe faz o que cabe no dia; o resto espera.
Metade de quem cancela já tinha aberto chamado antes. A fila de hoje é o cancelamento do mês que vem.
A cidade que você não abriu
Há demanda na cidade vizinha, mas atender exige contratar, comprar carro e achar depósito.
O custo de entrada trava a expansão muito antes de a concorrência travar.
As férias de um em três
Numa equipe de três, um técnico fora é um terço da capacidade. Atestado e demissão, idem.
E nenhum desses eventos avisa com antecedência suficiente para você se preparar.
O material sem dono
O cabo sai da bobina, o modem sai da caixa, e a conferência acontece no fim do mês, de memória.
Quando alguém nota, já não dá para saber em qual OS ela ficou.
O que muda
Você publica a ordem de serviço e paga quando ela é executada. Só isso já reorganiza a conta:
| Situação | Equipe própria | Speedwork |
|---|---|---|
| Mês fraco | Custo cheio, poucas OS | Paga o que executou |
| Dia de temporal | Fila e hora extra | Abre as OS para vários técnicos de uma vez |
| Cidade nova | Contratar e comprar carro antes do 1º cliente | Testa a praça sem estrutura fixa |
| Férias e atestado | Some um terço do time | Não é problema seu |
| Rescisão e passivo | Provisão e risco permanentes | Não existe vínculo |
A maioria dos provedores mantém o time próprio no que ele faz melhor — rede troncal, cliente corporativo, o que exige conhecer a planta — e usa a Speedwork na instalação e no reparo residencial, que é o volume que oscila. Quem só quer testar começa pelos dias de correria e pelas cidades onde hoje não chega.
“Mas eu perco o controle”
É a objeção certa. Quem entra na casa do seu assinante carrega o seu nome.

- Você escolhe quem vai. Oferta direta a um técnico que já conhece, ou mural aberto com escolha entre os candidatos.
- A execução fica registrada. Início, pausas, tempo total, observações e fotos ficam na ordem de serviço.
- Quem fecha é o seu cliente. A OS só é validada com um código de cinco dígitos que o assinante entrega ao técnico.
- O pagamento é a sua garantia. O valor sai do saldo quando o técnico é designado e só é liberado com o serviço aprovado.
- Material com número de série. Você sabe qual modem ficou em qual endereço, não apenas quantos saíram.
O que a Speedwork não resolve
Dizer o contrário custaria a sua confiança na primeira semana.
Não substituímos quem conhece a sua planta — fusão em troncal, projeto e capacidade continuam sendo trabalho de quem é seu. Não criamos técnico onde não existe: em cidade sem profissional cadastrado a resposta é não, e ela vem antes de você contar com a gente. No dia do temporal a disputa por técnico é real, e quem paga melhor e responde mais rápido é atendido primeiro. E a primeira semana dá trabalho: cadastrar o catálogo, conectar o ERP e calibrar valores leva alguns dias de atenção sua.
Como testar sem mexer na operação
- Faça a conta — custo total do campo dividido pelas OS encerradas, num mês bom e num mês fraco. Se a diferença incomodar, vale a conversa.
- Escolha um recorte pequeno — um bairro, um tipo de serviço, ou só as OS que hoje estouram o prazo.
- Rode trinta dias em paralelo à sua equipe, comparando custo por OS e prazo de atendimento.
- Decida com número seu, não com apresentação nossa.
Perguntas que sempre aparecem
Terceirizar campo não piora a qualidade do atendimento?
Piora quando você terceiriza sem enxergar. Na Speedwork, o técnico passa por verificação de documento e antecedentes antes de aceitar qualquer serviço, acumula histórico e nota a cada OS, registra fotos e observações durante a execução, e só encerra a ordem como validada com um código de cinco dígitos que o seu assinante entrega em mãos. É mais rastreabilidade do que a maioria das operações tem hoje com equipe própria.
Isso gera vínculo trabalhista?
Não. A Speedwork é intermediária: o técnico é autônomo, escolhe quais serviços aceita, não cumpre jornada e atende vários provedores ao mesmo tempo. Não há subordinação, exclusividade nem habitualidade imposta — que são os elementos que caracterizam vínculo.
O mesmo técnico pode atender o meu concorrente?
Pode, e é exatamente isso que torna o modelo viável para provedor pequeno. Um técnico que atende três ou quatro provedores na mesma região tem agenda cheia e renda estável; nenhum dos três precisaria bancar um salário sozinho. Ele vê apenas as OS que cada empresa lhe envia, e o material de cada provedor é controlado em separado.
Preciso trocar meu sistema?
Não. A Speedwork lê as OS do seu ERP (MK primeiro; IXC, SGP e Hubsoft na sequência) por uma fila que você cria lá dentro: tudo que sua equipe agendar naquela fila entra aqui. Se preferir não integrar agora, dá para subir as OS por planilha ou cadastrar uma a uma.
E o material? Como controlo o que sai?
Você lança uma remessa — metragem de cabo, ou os números de série dos modens. O técnico confere e responde no app: recebi tudo, veio diferente, ou não recebi. Só o que ele confirma entra no saldo dele. Ao concluir cada OS, informa o que gastou, e nos equipamentos com série você sabe qual aparelho ficou em qual endereço.
Funciona na minha cidade?
Depende de haver técnico verificado na região. É a pergunta certa a fazer antes de contar com a Speedwork num plano de expansão — e a resposta é específica por cidade, não uma promessa genérica.
Fontes
- Abrint — cerca de 90% dos provedores brasileiros têm menos de 5 mil clientes ativos. abrint.com.br
- Custo de funcionário CLT: 1,65 a 1,85 vez o salário bruto, somando FGTS, INSS patronal, RAT, Sistema S e provisões de 13º e férias.
- Anlix / FiberSchool — 51% dos clientes que cancelaram abriram pelo menos um chamado antes. anlix.io
- Eletronet — churn anual saudável de referência entre 5% e 7% para provedores regionais. eletronet.com